Okja – uma discussão sobre a nossa relação com o consumo

Oi gente!

Esses dias assisti um dos mais novos filmes da Netflix: Okja.

Nome diferente, trailer interessante e um grupo de atores que chama a atenção. Isso me levou a clicar neste cartaz um dia desses:

Reprodução: Netflix

O sul-coreano Bong Joon Oh traz para as listas do Netflix um filme cheio de aventura, cheio de amor, cheio de reflexões sobre a sociedade.

Vamos ao resumo?

Em 2007, Lucy Mirando (Tilda Swinton) anuncia o mais novo projeto das indústrias alimentícias criadas por seu pai:  a criação de superporcos, uma espécie diferente que terá filhotes distribuídos pelo mundo para que possam ser criados de diversas maneiras. E assim começou uma competição que terá seu resultado revelado em 10 anos.

Assim que o filme faz o salto temporal para 2017, somos transportados para o interior da Coréia do Sul, em que conhecemos Mija, e sua melhor amiga, Okja, a superporca criada com ela nas montanhas, por seu avô.

E é quando a empresa Mirando vem conferir pela última vez e coroar Okja como o melhor superporco (ou seja, o que teve um melhor desenvolvimento nesses últimos 10 anos), é que começa a saga de Mija.

Em uma série com muita ação para uma menina de 14 anos, envolve uma organização chamada ALF (uma organização defensora dos direitos dos animais), que quer desmascarar toda a armação que Lucy Mirando pretende com esta tal competição.

O que eu achei?

O filme traz uma história de amizade, de amor, de lutas.

Reprodução: Netflix

É uma história que vem nos mostrar uma outra visão sobre as corporações alimentícias no mundo capitalista. Principalmente a indústria pecuária, com seus maus tratos, manipulação transgênica e modo de utilizar sua matéria prima.

O elenco é de peso e traz vários conhecidos de Hollywood, e também ótimas surpresas!

Não vou vir aqui dar méritos, créditos ou discussões sobre o assunto, mas sim queria destacar que Okja é um filme delicado. É um filme bem-humorado. E é, acima de tudo reflexivo e até profundo.

Então o Netflix te convida a pensar. Pensar sobre como leva a sua vida, como você consome. Esse é o objetivo de Okja. Pelo menos pra mim.


Vocês já assistiram Okja? O que acharam?

Vocês conhecem outros filmes que tratam de assuntos importantes com sutileza e delicadeza?

Conta pra gente!

Até a próxima!

Carol

 

Anne, com um “E” – só porque é mais dramático mesmo, e é a mais nova série do Netflix

Sabe aquelas séries que você já ouviu falar o nome e resolve assistir naquele dia preguiçoso só pra ver como é…

E acaba assistindo à temporada toda num piscar de olhos?

Anne com um E foi assim.

E paixão as primeiras palavras.

Primeiro: é uma produção canadense, o que achei bem diferente… não costumo ver muitas por aí…

Segundo: é uma história que lembra muito a série de livros que marcou bastante minha infância: Pollyanna, de Eleanor H. Porter. Alguém mais aí conhece esse livro?

Pequeno resumo:

O seriado é, na verdade, baseado no livro “Anne de Green Gables”, escrito por L. M. Montgomery.

Uma menina de 13 anos, com cabelos ruivos, sardas e uma mente tão perspicaz quanto a de um cientista em busca de conhecimento, chega a uma terra onde as tardes são calmas; os pores do sol alaranjados; as florestas aconchegantes; e os rios suaves, como o ritmo do povoado. Sua boca é uma matraca, e seus sonhos são maiores que moinhos de vento. Anne vai crescendo e crescendo, e de patinho feio revela-se um elegante e atento cisne, pronto para abrir suas asas e voar para além das veredas. Mas a vida é feita de artimanhas, e a garotinha adotada pelos irmãos Marilla e Matthew tem algumas cercas a pular, sem jamais deixar seus sonhos desvanecerem, como algumas criaturas fazem.

Fonte: saraiva.com.br

Quem está nesse seriado?

Como eu disse antes, é uma produção canadense, então pode ser que você não conheça esses artistas… mas confia em mim…

Amybeth McNulty é a Anne, personagem principal. É uma menina cheia de curiosidade pelo mundo, gosta de ver o lado bom das coisas, apaixonada por livros e utilizar grande palavras, além de ser extremamente esforçada para trazer felicidade para todos a sua volta.

 

 

 

 

Geraldine James é Marilla, uma senhora durona e que vive na fazenda de Green Gables, junto com seu irmão Matthew. Marilla foi a responsável por ser a figura durona na família, mas no fundo tem um coração de ouro, que aparecerá cada vez mais a medida que conhecemos sobre sua vida depois da chegada de Anne.

 

 

 

R.H. Thomson é Matthew Cuthbert, um senhor fazendeiro, que mora com sua irmã. Infelizmente, por causa de sua idade, ele já não consegue mais realizar todas as tarefas da fazenda sozinho.

 

 

O que achei de Anne?

Adoro quando encontro séries que me surpreendem. E a NETFLIX tem sido um lugar que sempre tem disponíveis séries assim.

Anne com certeza foi uma dessas!

É uma série que trata de problemas sociais, pessoais, familiares…, mas é um novo olhar sobre eles, algo um pouco mais leve e profundo ao mesmo tempo.

Amei a personalidade de Anne. Amei por sua determinação, por sua criatividade, sua imaginação, sua paixão.

Acho que essa seria a melhor palavra que definiria Anne: apaixonada.

Olha só esse sorriso cheio de esperança!

Ela teve uma infância difícil, sendo órfã e obrigada a trabalhar desde cedo para famílias que muitas vezes abusavam de Anne. Mas nem por isso prefere ver o pior lado de todos. Aos 13 anos Anne é a dona de uma sabedoria imensa, e que muda a vida de todos que a encontram.

E não é apensa por ela se expressar de forma muito eloquente, o que ela com certeza faz.

Pode ser que não seja uma série para todo mundo… mas com certeza conquistou o meu coração!

Netflix, obrigada por trazer mais essa pérola para o Brasil! E já quero mais dessa doce, intensa e amável garota de cabelos ruivos (mesmo que ela odeie este fato).

Até a próxima!

Carol

É rosa, e está em todo lugar sim: a tendência do Millennial Pink

Muitas coisas ficam famosas por causa da internet hoje em dia.

Já pensaram em quantas coisas que vemos hoje nas ruas são produto de influências virtuais?

E a mais nova sensação que tem dominado o mundo pela decoração, moda, beleza e tudo mais é o conhecido Rosa Millennial.

Você pode até não conhecê-lo por esse nome, mas tenho certeza que já viu essa cor por aí.

De onde veio isso?

Pra mim, a conquista mundial começou no ano passado, quando a Pantone anunciou como suas cores do ano:

O rosa quartzo foi então ganhando lugar nas nossas casas, nos nossos armários, e nos nossos corações.

Há quem diga ainda que na verdade tudo começou com O Grande Hotel Budapeste, filme de Wes Anderson, em 2014. O que vocês acham?

E foram surgindo variações, e novas interpretações, mas o rosa realmente conquistou a geração Millennial.

Está e todos os lugares!

Então, surgiu o Millennial Pink. Um rosa clarinho como o quartzo, mas também pode ser meio salmão, e meio cor de grapefruit, pode ser meio mais mudo, meio acinzentado, ou bem … pode parecer meio indeciso, e é mesmo, já que cada um tem sua interpretação dessa tendência.

Tem um monte de coisas por aí que usam o Millennial Pink (tem gente que chama a cor de Tumblr Pink, também). Eu, particularmente, estou doida com essa jaqueta bomber da Donna Candi. Aqui também tem peças da TGI, Tommy Hilfiger, blush Dandelion da Benefit… Sério, tem de tudo!

Dá pra se inspirar de várias formas, é só procurar um pouco no Instagram, Pinterest, ou mesmo nas imagens do nosso amigo Google que é possível encontrarmos inspirações que vão desde roupas, decoração até rosa nos cabelos!

Na verdade, tenho uma jaqueta de veludo nessa cor há uns 10 anos! Olha só como a moda volta!

Eu já me rendi a alguns itens nesse tom, e tem um monte na minha lista de desejos… E vocês?

Qual a cor que vocês acham que será a próxima tendência? Conta aí!

Até a próxima!

Carol