Yoga nível 1000 – Superioga!

Oi gente!

Não falo muito de atividades físicas aqui, né? Mas é que eu tenho um pouco de dificuldades com esse assunto…

Mas esses dias fui convidada pela Bodytech Savassi para a aula inaugural de Superioga, uma modalidade de Yoga bem diferente do que estamos acostumados.

Para saber um pouco mais:

O Superioga reúne o que há de melhor: os asanas, que são as posturas tradicionais do Yoga, e a ciência da Educação Física, que traz um ritmo similar ao utilizado nas aulas de ginástica.

Então imaginem poses como essas

Imaginou?

Agora imagina fazer todas eles, repetidas vezes, em ritmo de aula de ginástica!

Segundo o mestre instrutor de Yoga e criador do método Superioga, Paulo Junqueira, a excelência da execução dos movimentos é resultado de uma concentração maior, principalmente porque o ritmo se dá pela respiração. Trata-se de uma atividade realmente completa, ideal para quem busca uma atividade que traga benefícios respiratórios, mentais e físicos em todos os níveis, seja de força e flexibilidade.

superioga_bodytechsavassi

Eu e o professor Paulo. Foi um prazer conhecê-lo!

O evento também teve a participação do pessoal da Mundo Verde, da Roots to Go e da Capim da Serra, apresentando delícias e sucos ma-ra-vi-lho-sos!

Foi um prazer fazer essa aula incrível, e com certeza desafiadora!

Parabéns a Bodytech pelos seus três anos e por trazer para BH essa nova modalidade incrível, que será, com certeza, um grande sucesso!


Qual a sua atividade física favorita?

Conta aí pra gente conversar sobre ela na próxima!

Até mais!

Carol

“You’re just a fool, you know you’re in love”- Não é sobre música, mas sobre LOVE

O amor não é fácil.

Não é tudo perfeito e lindo no amor.

E você pode tentar se esconder, mas não pode fugir.

Achei a música da Tina Turner que coloquei no título bem a cara dessa introdução.


Descobri esse seriado por acaso no NETFLIX, mas só tomei coragem de assistir quando vi a Karol Pinheiro falando sobre séries e indicou ela (link pro vídeo da Karol aqui).

Um pouco da história

Bom, pelo que deu pra perceber o seriado é o seguinte: Gus (Paul Rust) e Mickey (Gillian Jacobs) são pessoas muito diferentes. Seus mundos são bem diferentes (mas nada daquele clichê de ricos e pobres, plebeus e nobres).

Se conheceram de uma forma inusitada… Suas vidas não são perfeitas…

Mickey trabalha em uma rádio, mas não gsta muito. Gus é tutor no set de um seriado, mas o que quer mesmo é ser roteirista.

Entre idas e vindas, entre confusões, igrejas malucas, rolos, Mickey e Gus se apaixonam.

Mas não é nenhuma história de contos de fada. É uma montanha-russa, como todos nós sabemos que é.

LOVE_series_netflix_mickey_gus

Reprodução: Netflix/IMDb

LOVE me conquistou… Porque a gente não sabe explicar o amor

O seriado é super atual. Não tem fantasias que não possam ser verdades.

Acho que isso foi o que me conquistou: poderia ser qualquer um.Posso não me relacionar com tudo o que acontece, mas dá pra ver uma pitada da realidade de cada um nas histórias de Mickey e Gus.

Episódios no NETFLIX

A primeira temporada completa está no NETFLIX. São 10 episódios, bem rapidinhos (uns 20 minutos cada). Dá pra assistir tudo em um dia!

Pra saber mais, olha só a página deles no IMDb


Qual seriado vocês tem assistido? Pode ser do NETFLIX ou não, mas conta aí pra gente ficar sabendo!

Até a próxima!

Carol

Esquadrão Suicida – O que a DC colocou na linha de frente?

Oi gente!
Esse final de semana fui conferir o último lançamento da DC Comics e Warner Bros. para o cinema: Esquadrão Suicida.

Devo confessar que não era a mior fã de quadrinhos de super heróis na minha infância. Preferia ler Turma da Mônica aos Comics.

Então, por favor, não me julguem se falar alguma besteira. Vim falar do filme do ponto de vista de alguém que curte ver os personagens entrando na vida cinematográfica, mesmo não tendo acompanhado todas as suas sagas.

AVISO: Contém spoilers! Só atravesse esta linha se você não se importa com isso…

esquadrao_suicida_poster_cinema

Reprodução: IMDb


Trailers

Amo a expectativa que os trailers me passam para assistir ao filme. E com Esquadrão suicida não foi diferente! O meu trailer preferido levou a trilha sonora de Bohemian Raphsody, dabanda Queen! Grande clássico que contou com cenas interessantes para fazer um acompanhamento.

Personagens

Bom, um esquadrão envolve muitas pessoas, ou nem tão pessoas assim… Mas são muitos indivíduos para conhecermos.

Para os personagens “principais” foram feitas introduções bem breves de suas historias de vida antes do Esquadrão. Ah, e de alguns mostram como foram parar na prisão (seja por causa de um certo Homem Morcego, seja por um certo velocista). De resto, não sabemos muita coisa…

Não reclamo de ter que conhecer tanta gente ao mesmo tempo, mas acho que cada um merecia uma introdução mais elaborada.

Arlequina e Pistoleiro ganharam maior destaque na historia. Não sei se isso foi necessariamente bom.

Apesar de serem vilões, isso fez com que a “equipe”, o “time”, ficasse em menor evidência.

O personagem Diablo se desenvolveu até bastante, mas não necessariamente bem.

Katana é uma personagem que poderia ser muito melhor aproveitada.

Capitão Bumerangue foi ao banheiro e voltou? Foi isso mesmo?

Confesso que os trailers me mostraram uma versão um pouco diferente da historia. Achei que o Coringa fosse ter uma participação maior, e realmente crucial na trama (tá eu sei que ele deu origem a Arlequina, mas…).

Quase não comentei da feiticeira, que apesar de cumprir um papel importantíssimo na trama, também não foi tão impactante.

Ah, e você se lembra do Amarra (ou Slipknot)? Pois é…

Resumindo: os personagens são legais, interessantes… Sei que são vilões, e por isso tendem a ser mais individualistas. Mas faltou uma certa química pra eu poder realmente considerá-los como um esquadrão.

Desenvolvimento

Tá, como desenvolver algo já icônico nos quadrinhos?

Não deixar que os personagens se percam nas ações, e ainda incluir algo que mostre conexão com suas historias de vida?

Ah! E ainda não deixar que seja um filme apensa dramático, cheio de ação e pancadaria, colocando alguns toques de humor?

Acho que aí se encontrou um dos maiores pecados desse filme. Algumas coisas ficaram desconexas. As pitadas de humor pareceram jogadas em meio ao enredo, e não ajudaram, necessariamente, a deixar mais leve o clima do filme.

Voltando ao assunto do Coringa. Jared Leto está bem como o personagem, mas foi mal colocado, e pareceu que apenas entrava na historia pra encher um pouco de linguiça, sabe?

Tá, você falou, falou, falou… Mas o que você achou?

Indo direto ao ponto: é um filme divertido, mas você não pode parar muito pra pensar na história e seus personagens.

É pra assistir e se divertir, sem analisar muita coisa.

Agora, se você é como eu e não consegue fazer isso:

  1. Vá com amigos para analisarem o filme juntos e depois discutirem cada detalhe (vai render bastante conversa), ou
  2. Espera sair no Netflix pra assistir naquela tarde de Domingo que não está passando mais nada na TV.

E você? Já assistiu? O que achou?

Conta aí pra gente saber!

Até a próxima!

Carol